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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Caso Yorkshire - Acompanhei Processo pela Internet


De: "O Grito Do Bicho"


CASO DA YORKSHIRE LANA: EM PRIMEIRA MÃO O NÚMERO DO PROCESSO NO TJ/GO

Ainda está para ser distribuído no sistema, mas, o número do processo referente ao caso da yorkshire Lana é 201200251460.

Só deverá estar no ar,  a partir de amanhã no site
www.tjgo.jus.br  - Consulta Processual/Processos 1º Grau


Não adianta ficar com frisson, gente!!!! Está tudo correndo como o esperado. Deve entrar no MP só no final do dia e hoje. Vou conversar com o Promotor amanhã para saber se ele poderá fazer a ação por danos coletivos tendo por base a petição com mais de 400 mil assinaturas.


Aguardem e NÃO VÃO ATRÁS DE INFORMAÇÃO DIFERENTE DESTA, pois, será especulação.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cães são salvos do cardápio chinês


China

Cerca de 700 cães traficados para restaurantes são salvos da morte

ANDA

Por Daniel Vidal
Foto: Reprodução/Daily Mail
Exaustos e famintos, cerca de 700 cães foram salvos nas margens do rio Mekong, no sudoeste chinês. Foram encontradas jaulas vazias e calcula-se que o número de animais transportados ascendesse aos 1500. O destino: uma cadeia de restaurantes chinesa que serve carne de cão.
Foi através da internet que um ativista recrutou voluntários e se coordenou com as autoridades para interceptar os traficantes. Os cães são recolhidos e distribuídos entre o Laos, o Vietname, a Tailândia e a China, locais onde a carne de cão é considerada uma iguaria, apesar de tal prática ser ilegal na maioria dos países ocidentais.
Foto: Daily Mail
Enjaulados e amontoados, sem água ou comida, nem todos os animais sobreviveram. “Quando os cães nos viram, alguns começaram a rosnar, mas a maioria estava tão fraca e debilitada que nem forças tinham para fazer qualquer som”, conta Xiao Lu, membro de uma associação de proteção animal local.
Visivelmente esfomeados, os animais que ainda estavam vivos foram transportados para um abrigo, onde receberam alimentação e tratamento médico. Ainda assim, muitos não sobreviveram à jornada de quase 22 horas.
Foto: Daily Mail
“É repugnante, todos os dias cães são amontoados em pequenas jaulas, sem água, sem comida, e são transportados pelo país para serem mortos através dos métodos mais desumanos que se possa imaginar”, revela Alan Knight, chefe da International Animal Rescue.
Fonte: Sábado.pt

Caso Lobo - Messias falta pela 3ª vez em Audiência

Vergonha
http://www.rac.com.br/noticias


Dono que arrastou cão falta pela 3ª vez à audiência


Depois de ser arrastado pelas ruas de Piracicaba, cachorro teve que ter uma das patas amputadas e morreu





Apesar dos cuidados veterinários, animal não resistiu aos ferimentos e morreu
(Foto: Divulgação)


O proprietário do cão Lobo, Cláudio Cesar Messias, não compareceu à terceira audiência a respeito do caso, que aconteceu na tarde desta terça-feira (17), no Jecrim (Juizado Especial Criminal) do Fórum da Comarca de Piracicaba. 

O juiz Ettore Geraldo Avolio decidiu julgar o caso sem a presença de Messias (condição conhecida como julgamento à revelia). Messias tem sido representado pelo advogado José Silvestre da Silva. 

As testemunhas de acusação que presenciaram o animal sendo arrastado pelo carro do proprietário também não compareceram à audiência. A presidente da ONG (organização não-governamental) Vira Lata Vira Vira Vida, Miriam Miranda lamenta a ausência das duas pessoas, fato que impossibilitou uma possível decisão já na tarde de hoje. “Uma nova audiência foi marcada para o dia 5 de março”, informa. 

A nova audiência deve acontecer novamente às 15 horas. O veterinário Armando Frasson, responsável pelo atendimento de Lobo, e Miriam Miranda, presidente da Vira Lata Vira Vida, que ficou responsável pelo tratamento do cão, foram interpelados pelo advogado José Silvestre da Silva. “Ele se pegou em questões técnicas referentes ao processo”, diz. 

Miriam observa que o advogado fez diversas questões relativas à documentação de posse do animal. “Existem documentos que atestam a transferência do animal da Zoonoses e também há a autorização para cremação”. Ela está otimista em relação à decisão da justiça. “Até algum tempo atrás, seria impensável a gente participar desse tipo de julgamento em Piracicaba. Estou otimista com a seriedade com que o juiz está conduzindo o processo, sempre atento aos fatos”. 

Continuidade

O processo tem continuidade após o proprietário do animal se ausentar das duas audiências de conciliação propostas pelo Ministério Público. 

A proposta inicial indicava o pagamento de dois salários mínimos e 120 horas de prestação de serviços no Canil.
 
Instituições de proteção como a SPPA (Sociedade Piracicabana Protetora dos Animais), representada pelo presidente Luiz Américo Chitolina, e algumas pessoas aguardavam pelo resultado da audiência hoje à tarde. 

O proprietário do cão é acusado de ter arrastado o animal no início de novembro. O cão precisou ter uma pata amputada. Dias depois, acabou morrendo.


Caso Yorkshire - Polícia conclui inquérito

Polícia conclui inquérito sobre caso de cachorro espancado por enfermeira

Agressora vai ser indiciada por maus-tratos e constrangimento de criança.
'Na prática, vai ser difícil que ela seja presa', acredita delegada.


Rafaela CéoDo G1 DF


A enfermeira que espancou e matou um cachorro yorkshire em Formosa (GO), no Entorno do Distrito Federal, vai ser indiciada por maus-tratos ao animal e pelo constrangimento da filha dela, que assistiu às cenas de violência, informa a delegada Renata Brandimarte, da 2ª DP de Formosa.

O inquérito deve ser encaminhado ao Ministério Público de Goiás na próxima semana, que vai decidir se acata ou não a denúncia. Depois disso, o caso segue para o Judiciário.

A delegada explicou que se a agressora for condenada, poderá pegar pena de detenção, que costuma ter regime de cumprimento aberto ou semiaberto. “Na prática, se ela for condenada, vai ser difícil que ela seja presa. Talvez cumpra em regime semiaberto, mas isso vai depender do Ministério Público e da Justiça.”
Em dezembro, o advogado da enfermeira, Gilson Saad, disse que agresão ocorreu porque o animal havia bagunçado a casa enquanto a família estava em um restaurante. “Ela disse que perdeu a cabeça.”
“Em relação àquilo que acabou ocasionando com o cachorro, ela disse que tem profundo arrependimento. Na infância, ela sempre foi rodeada por animais, tinha contato com animais de estimação. Não há nenhum histórico pretérito que mostre esse tipo de comportamento”, afirmou o advogado na mesma época.

As imagens da agressão foram divulgadas na internet na primeira quinzena de dezembro de 2011 e mostram a enfermeira de 22 anos agredindo o yorkshire na frente da filha, uma menina de pouco mais de um ano de idade. As agressões aconteceram em novembro e o inquérito foi aberto no dia 21 do mesmo mês. As cenas geraram revolta nas redes sociais.

Segunda Renata Brandimarte, o laudo psicológico a respeito do impacto das cenas de agressão sobre a filha da enfermeira não foi conclusivo. “A informação é que é difícil analisar uma criança tão pequena, de 1 ano e 6 meses. A avaliação é mais precisa a partir dos 3 anos. Por isso, o laudo não pode informar se a criança vai ter problema por ter presenciado as cenas”, afirmou.
A pena para maus-tratos de animais varia de três meses a um ano de detenção. Quando a agressão ocasiona a morte do animal, pode ser aumentada de um sexto a um terço. Pelo que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), submeter criança ou adolescente a constrangimento é crime passível de punição de seis meses a dois anos de detenção.
Engasgado com lagartixa
A sentença pode ser agravada pelo fato de a agressão ter ocorrido de forma contínua. “Coloquei no inquérito que houve continuidade delitiva. Isso significa que as agressões não ocorreram só em um dia. As filmagens já mostram dois dias diferentes, mas testemunhas ouvidas contaram que aconteceu várias vezes. Essa caracterização pode aumentar a pena de um sexto a dois terço do tempo”, explicou a delegada.

À Polícia Civil, a enfermeira contou as circunstâncias em que as agressões filmadas ocorreram. “Ela disse que tinha saído para almoçar, que até então estava tranquila e que se irritou porque o cachorro fez necessidade na casa toda. Fez tudo aquilo por uma questão corretiva”, disse a responsável pela investigação.
Segundo o que foi apurado pela polícia, o cachorro morreu ao ser arremessado no chão, na área externa do prédio onde a enfermeira morava. A um policial que passou no local no momento, a agressora disse que o cachorro estava engasgado com uma lagartixa e que ela estava tentando ajudá-lo a desengasgar. “Nesse momento também a criança estava assistindo a tudo”, detastacou Renata Brandimarte. Conforme a investigação, o cachorro foi enterrado pelo marido da enfermeira.

MATÉRIA PASSADA:


Como anda o caso Yorkshire? Últimas Notícias




Caso Yorkshire - Internautas contactam Ministério Público



Caso Yorkshire - LUTO - Mais uma IMPUNIDADE



Enfermeira não terá registro caçado - caso Yorkshire



Caso yorkshire: Enfermeira Camila dá entrevista de costas



Caso Camila: Imagens Inéditas no Domingo Espetacular




Caso enfermeira Camila: Policial dá entrevista revoltante - "Então como não foi feito flagrante delito"


Camila recebe escolta policial - Enfermeira assassina



Enfermeira assassina Camila Corrêa usa depressão como defesa



Agora é Oficial: Mulher espanca e mata seu Yorkshire




terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Gato Preto é encontrado preso em lata de Pinche - PI

Em estado grave

Bombeiros resgatam gato preso e enterrado em lata de piche, em Teresina (PI)

ANDA

Por Lívio Galeno
Fotos: Ascom Apipa
Um gato foi encontrado dentro de uma lata contendo piche no estacionamento do Centro de Tecnologia da Universidade Estadual do Piauí (UESPI) por volta das 11h30 desta terça-feira (17). O Corpo de Bombeiros foi acionado para ajudar no resgate do animal.
“Escutei um barulho quando estava entrando no meu carro. Fui ver o que era e havia um gato enterrado dentro de uma lata. De pronto levei o animal para uma clínica veterinária”, conta professora Daniela Ramos.
Fotos: Ascom Apipa
O animal é da cor preta e macho. Ele estava apenas com a cabeça para o lado de fora do recipiente e a posição como foi encontrado alimenta a hipótese de que o felino tenha sofrido de maus-tratos, já que se tivesse entrado por conta própria na lata estaria preso pela cabeça.
Fotos: Ascom Apipa
“Como ele estava com a cabeça de fora da lata eu acredito que tenham colocado ele lá. Se ele estivesse entrado sozinho, teria entrado de cabeça. Quando o encontrei, sua cabeça nem estava suja”, relembra a professora que prestou socorro ao animal.
Fotos: Ascom Apipa
O Corpo de bombeiro chegou por volta das 12h30 na clínica para onde o gato foi levado. No local, os militares serraram a lata para que o animal fosse tirado. De acordo com a médica veterinária Gisllya Medeiros o estado do animal inspira cuidados.
Gatinho é sedado após resgate (Foto: Ascom Apipa)
“O estado de dele é grave. Como se trata de um gato, as chances de intoxicação são grandes devido a sensibilidade da pele do animal, sem falar nas várias queimaduras. As chances dele são poucas”, lamenta a profissional de saúde animal.
Neste momento, o felino está sedado e passa por um complexo processo de limpeza realizado por uma junta médica.
Passeata Apipa
No próximo dia 22 de janeiro a Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa) realiza em Teresina uma passeata para sensibilizar a população sobre as leis que punem os maus-tratos contra animais.
O movimento é uma iniciativa nacional e ocorrerá simultaneamente em 100 cidades brasileiras.
Fonte: Cidade Verde

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Cão é torturado e enforcado - GO

Barbaridade

Cão é torturado e enforcado em porta de abrigo de GO

ANDA

(da Redação)
Foto: Divulgação
Um cão ainda muito jovem, com aproximadamente dois anos de idade, foi espancado, teve o ânus dilacerado por um pedaço de madeira e enforcado de uma maneira que seus dedos encostassem no chão para morrer lentamente sufocado pelo peso do corpo, conforme atestou o laudo da necrópsia. A crueldade do ato é estarrecedora.“Foi uma cena de barbárie. Uma pessoa que faz isso pode fazer qualquer coisa”, diz a dona do abrigo, Eliane Zanetti.
O pobre cachorro foi encontrado amarrado em uma árvore, a cerca de 50 metros da entrada de um abrigo de animais, por uma voluntária.
“Moro aqui e cuidamos de 326 cães de rua e 150 gatos, não temos vizinhos em lado algum, ficamos isolados, não atrapalhamos ninguém, fazer isso na nossa porta foi a pior crueldade do mundo. Imagine ele ouvindo os latidos dos pequenos e tentando se debater para continuar vivendo”, conta abalado Augusto que fundou há 3 anos o abrigo.
“Teríamos ficado com ele como ficamos com tantos, mas ninguém pediu isso, foi só sadismo mesmo. Estamos de luto, o coração está sangrando e não sabemos o que fazer além de chorar e pensar seriamente em fechar o abrigo porque a loucura humana não tem limite e, se um dia eles resolverem entrar aqui, nós vamos defendê-los até o fim”, completa indignado.
Esse não foi o primeiro caso de violência na instituição. Há um ano, 14 cachorros foram encontrados mortos, envenenados. Há seis meses, um esqueleto de um cão amanheceu jogado no terreno.
O caso foi registrado na delegacia do Jardim Ingá.
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Falsa Protetora de Animais matou mais de 30 - SP


Cabuloso

R7


Mulher é presa suspeita de matar mais de 30
animais e jogá-los em sacos de lixo em São Paulo

Maioria dos gatos e dos cachorros encontrados pela polícia teve sangue retirado
Uma mulher de 43 anos foi presa, no final da noite desta quinta-feira (12), na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, sob acusação de maus-tratos contra animais e crime contra a natureza. Pelo menos 33 animais, entre gatos e cachorros, foram encontrados mortos dentro de sacos de lixo, um deles na calçada, em frente à casa da vizinha da acusada.
Há 20 dias ONGs protetoras dos animais vêm investigando o caso. Elas contrataram um detetive particular após receberem denúncia de pessoas que entregavam os cães e os gatos, achados na rua, para essa mulher, que se dispunha a cuidar dos bichos. Ao desconfiarem de que ela estava matando os animais, resolveram denunciá-la às ONGs.
Os sacos de lixo contendo os animais mortos, segundo a polícia, eram colocados na porta das casas vizinhas, junto aos demais sacos, para não levantar suspeita. Tudo era levado pelo caminhão de coleta de lixo.
Por volta das 23h, o detetive testemunhou a mulher deixando um saco plástico em frente à casa vizinha. Policiais militares da 3ª Companhia do 11º Batalhão foram acionados e detiveram a acusada, que foi encaminhada para o plantão do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), no centro da capital.
Na casa da suspeita, os policiais encontraram mais sacos e sedativos, que eram dados aos animais antes de matá-los. A maioria tinha o sangue retirado pela mulher, suspeita de realizar rituais satânicos.
Ainda segundo a polícia, ela não mora sozinha. Durante depoimento, segundo um dos policiais civis, a mulher, que não aparentava nenhum sinal claro de distúrbio mental, chegou a contar várias histórias diferentes. Ela assinou um termo circunstanciado de crime ambiental, podendo ser processada e condenada a uma pena de três meses a um ano de prisão.
Assista ao vídeo:




quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Rótulos Informarão Produtos Testados ou Não em Animais

Fonte: ANDA

Projeto de lei

Rotulagens vão informar se produtos foram testados em animais

A Câmara dos Deputados analisa projeto que torna obrigatória informação nas embalagens dos produtos de que eles foram obtidos a partir de testes com animais vivos, quando for o caso.
Pela proposta (Projeto de Lei 2470/11), do deputado Ricardo Izar (PV-SP), fica facultada aos produtos e substâncias que não tenham sido obtidos fazendo uso de testes com animais vivos a rotulagem “obtido sem fazer uso de testes com animais vivos”.
Segundo o projeto, a informação também deverá constar do documento fiscal, a fim de que ela acompanhe o produto em todas as etapas de sua cadeia produtiva. As empresas terão prazo de 180 dias para se adequarem à lei, contados a partir de sua aprovação.
Modelos computadorizados
Segundo o autor, já está provado que é possível avaliar medicamentos ou produtos sem fazer uso de animais vivos. Na Europa e nos Estados Unidos, os animais vivos estão sendo substituídos por modelos computadorizados nos experimentos, afirma o parlamentar.
Ricardo Izar afirma que no Brasil, por outro lado, a utilização de animais em cirurgias e experimentos nos cursos de medicina, medicina veterinária, biologia, psicologia e odontologia, entre outros, é uma prática ainda comum. “Espécies como cães, gatos, cavalos, coelhos, camundongos são submetidas a cirurgias e testes, na maioria das vezes dolorosos, sob o pretexto de ‘ensino didático’, ‘pesquisa científica’ ou ‘para obtenção de novos produtos’”, lamenta o autor do projeto.
Movimento pelo banimento
Izar observa ainda que no Brasil há um movimento pelo banimento de experimento com animais vivos. “Nas faculdades de medicina veterinária, em particular, estudantes e professores, constrangidos com o fato de aprenderem a cuidar dos animais torturando-os, pedem o fim desse ‘tipo refinado de crueldade’”, ressalta.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será examinado pelas comissões de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Nota da Redação: É importante informar no rótulo se o produtos foi testado em animais, mas também se contém ingredientes animais e se os ingredientes foram testados em animais.





Conheça Empresas que Testam ou Não Testam seus Produtos em Animais: http://www.pea.org.br/crueldade/testes/lista.htm