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B. O. ANIMAL

Página de Registros, o Blog B.O.Animal ajuda a denunciar e arquivar casos testemunhados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal para não se deixar esquecer dos agressores (nem sempre punidos) e cúmplices de maus tratos e ocultação da verdade. Além de oferecer matérias importantes e interessantes sobre a vida animal, saúde, idade, alimentação, receitas caseiras, tirando dúvidas entre leitores sobre tratamentos e socorros!

Demos o primeiro passo, buscamos apoio e lutamos por Justiça às Vítimas, fatos que foram testemunhados e registrados por Protetores e Simpatizantes da Causa Animal são divulgados e arquivados, não conheceríamos os três maiores criminosos de outra forma: CAMILA CORREIA, DALVA LIMA DA SILVA e CLÁUDIO CÉSAR MESSIAS.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Enfermeira não terá registro caçado - caso Yorkshire


G1

O Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) lamentou a ação da enfermeira que aparece nas imagens divulgadas na internet agredindo um cachorro da raça yorkshire em Formosa, cidade goiana no Entorno do Distrito Federal. Em nota divulgada nesta terça-feira (20), o Coren informou que não cassará o registro da mulher.

"Ela não estava no exercício da profissão. Não tenho bases legais nem para processo ético, nem disciplinar. O conselho não pode agir ilegalmente no calor das emoções", explicou a presidente do Coren, Maria Salete Silva Pontieri do Nascimento, em entrevista aoG1. Salete acrescentou que está acompanhando de perto a apuração do caso, mas, até hoje, não há nenhuma reclamação contra a enfermeira nos lugares onde ela trabalhou.

Agressão
Imagens divulgadas na internet na última semana mostram a enfermeira de 22 anos agredindo um cachorro na frente da filha. As cenas geraram revolta. A mulher foi ouvida nesta terça-feira (20) e afirmou à polícia estar arrependida pelo que fez. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou multa de R$ 3 mil à enfermeira. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) também investiga se a criança que aparece no vídeo foi vítima de alguma agressão.


Nota: 

Já era de se imaginar o ocorrido, embora Manifestações com Abaixo Assinados solicitando que o Registro de Camila Correa fosse caçado, não ocorreria devido ao crime não acontecer no exercício da profissão.


Ela alega estar passando por transtornos depressivos e pelo que parece está em estado grave, pois foi capaz de torturar e matar um animal completamente indefeso, embora este tipo de atitude não tenha relação com depressão e sim com Psicopatia!

Como uma enfermeira sofre este tipo de mal e ela mesma não pede afastamento profissional? 
Como uma enfermeira, esposa de um médico não recebe apoio para um tratamento imediatamente?

Multa de R$3.000,00 resolve? Corrige? Não importa o valor... Que vergonha!
É cadeia o Lar de assassinos! Estão esperando que ela seja esquecida para ser inocentada?

Queremos Justiça todos os dias, todas as horas. Seja nas visitas em bancos, na volta para casa depois de um dia difícil de trabalho, depois de um assalto, de um estupro, de um assassinato... É valorizando as menores formas puras de vida que as Leis se tornarão cada vez mais Severas a quem merecer!

Tutor chora em vídeo - Em busca do cão Max - SP

Enquanto alguns envergonham a racionalidade humana, como Sr.Messias que arrastou seu cão, o Lobo que veio a óbito, o acusado de enterrar vivo o cão Titã que se supera a cada dia e a enfermeira Camila Correa que torturou até a morte seu yorkshire na frente de uma criança, outras pessoas tem chamado a atenção com exemplos completamente humanos. Dessa vez, trata-se de um vídeo divulgado no Youtube no dia 20/12/11, uma semana após o dono do cão chamado Max perdê-lo em Interlagos - SP.

Assista o vídeo sobre o caso
Descrição:
"Apelo para recuperar o meu filho - Max. Perdido dia 12/12/2011

Se você o viu, ou tem informações a respeito dele, por favor me informe. Ele faz parte da família, é um membro da minha família como qualquer outro, não é como se fosse um brinquedo que você simplesmente substitui. Nada, nenhum outro cachorro o substitui.

Assim sendo, por favor, se alguém estiver com ele, entre em contato, estamos sofrendo com sua ausência, assim como ele também está.

Meus contatos:
Andreas
(11) 7154-8057 (cel TIM);
(11) 5188-3509 (tel comercial);
(11) 3297-4566 (tel residencial)"

Agude a divulgar o vídeo para que Max possa ser encontrado antes do Natal, será o melhor presente!

Cadela Princesa do Hospital ganha Lar - ES


GazetaOnline


Cadela que esperava pelo dono em frente ao Hospital São Lucas é adotada

O animal ficará junto a outros dez cães, a maioria vira-latas, assim como "Princesa"


A cadela que passou uma semana em frente ao Hospital São Lucas, em Vitória, à espera do dono, que foi atropelado e morreu, ganhou um novo lar. "Princesa", como foi apelidada por funcionários do hospital, está em uma casa em Vila Velha. A mulher que a adotou prefere ficar no anonimato. A adoção ocorreu na tarde desta segunda-feira (20).
Cadela espera pelo dono, que foi atropelado e morreu, em frente ao Hospital São Lucas
Cadela recebeu água e comida de funcionários do hospital durante o tempo que passou em frente à unidade à espera do dono
De acordo com o vendedor ambulante Jackson Oliveira, que trabalha em frente ao São Lucas, a mulher pediu para que o motorista dela passasse no local e levasse a cadela. O animal ficará junto a outros dez cães, a maioria vira-latas, assim como Princesa.


"Ela não estava abandonada, uma vez que era cuidada, mas aqui não era o melhor lugar para ela", afirmou Oliveira, que disse estar contente pelo fato da cadela ter encontrado uma nova família. Um funcionário do hospital contou que, antes de ser levada para a nova casa, a cadela foi atendida em uma clínica veterinária e passa bem.

Leia matéria passada:

Dono morre e Cadela é reconhecida por Fidelidade - ES


Fauna e Flora ameaçadas por Muro




Fotógrafa revela fauna e flora ameaçadas 


por muro entre EUA e México


Para ambientalistas, barreira impede espécies de chegar a fontes d'água e seguir rotas migratórias naturais.

Da BBCG1

A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e o México sobre a fauna e a flora da região.
De acordo com a entidade ambientalista Sky Island Alliance, as montanhas e desertos que ficam na divisa entre os Estados do Arizona e do Novo México abrigam grande diversidade de animais e vegetação, e a criação do muro teria criado um desequilíbrio ecológico na região.
A criação de barreiras nesta área, segundo a organização, afeta a reprodução das espécies, interfere na população de presas, impede o acesso a fontes d'água e modifica as rotas migratórias naturais da fauna local.
Em seu livro Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall ('Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira', em tradução livre do inglês), Krista Schlyer denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA.
Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra.
Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global.
O muro que separa os EUA do México se estende por cerca de 3.100 km, passando por áreas urbanas, litorâneas e desertos. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais.
A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e México à fauna e à flora da região. (Foto: Krista Schlyer)A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e México à fauna e à flora da região. (Foto: Krista Schlyer)
Grupos de defesa do meio ambiente afirmam que o muro afeta muitas espécies, que ficam impedidas de chegar às suas fontes d'água e às suas rotas migratórias naturais. (Foto: Krista Schlyer)Grupos de defesa do meio ambiente afirmam que o muro afeta muitas espécies, que ficam impedidas de chegar às suas fontes d'água e às suas rotas migratórias naturais. (Foto: Krista Schlyer)
Os ambientalistas afirmam que a barreira atravessa zonas ecologicamente frágeis, incluindo áreas desérticas do oeste americano. (Foto: Krista Schlyer)Os ambientalistas afirmam que a barreira atravessa zonas ecologicamente frágeis, incluindo áreas desérticas do oeste americano. (Foto: Krista Schlyer)
Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global. (Foto: Krista Schlyer)Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global. (Foto: Krista Schlyer)
Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais. (Foto: Krista Schlyer)Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais. (Foto: Krista Schlyer)
Em seu livro 'Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall' ("Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira", em tradução livre do inglês), Krista denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA. (Foto: Krista Schlyer)Em seu livro 'Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall' ("Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira", em tradução livre do inglês), Krista denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA. (Foto: Krista Schlyer)