...

B. O. ANIMAL

Página de Registros de Denúncias, Notícias e Informações da Causa Animal.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Homem frio mata filhotes de cadela - SC

Homem mata três filhotes após ser 
mordido por cadela em Florianópolis (SC)


R7


O acusado é dono do imóvel onde mora a família que cria a cadela. Ele confessa ter matado os três filhotes após ter sido mordido pela cachorra. Três crianças presenciaram as mortes.







Nota: 

É o que acontece quando estamos convivendo com Criminosos em um País que desconhece Leis!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Tubarões são dissecados na África


Tubarões são dissecados na África do Sul em alerta por conservação

Sessões acontecem sete vezes por semana em Durban.
Órgão público foi criado para livrar litoral de ataques a banhistas.


Dennis BarbosaDo Globo Natureza, em Durbanhttp://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/12/tubaroes-sao-dissecados-na-africa-do-sul-em-alerta-por-conservacao.html

Levar conhecimento sobre os tubarões ao público é o argumento de uma organização sediada em Durban, na África do Sul, para manter uma atração inusitada: dissecações de exemplares desses predadores marinhos abertas a espectadores.
O Comitê de Tubarões de Kwazulu-Natal é uma instituição pública criada nos anos 60 com o objetivo de tornar os balneários sul-africanos no Oceano Índico mais seguros, já que suas águas são repletas de diferentes tipos de tubarões.
Lá ocorrem, por exemplo, segundo as informações do comitê, as três espécies que representam maior risco para o ser humano: o tubarão-de-cabeça-chata, o tubarão-tigre e o tubarão-branco.
Visitantes podem tocar o tubarão após a dissecação. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Natureza)Visitantes podem tocar o tubarão após a dissecação. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Natureza)









A instituição surgiu como o “Comitê de Medidas Anti-Tubarão de Natal”, mas o nome foi mudado, já que atualmente não é mais tão aceitável eliminar animais apenas porque atrapalham alguma atividade humana. Assim, o órgão hoje executa também práticas de conservação, como pesquisa e monitoramento.
A organização instala redes ao longo da costa da província de Kwazulu-Natal. No último ano, cerca de 600 tubarões ficaram presos nessas redes. Apenas cem deles puderam ser soltos vivos.
A maior parte dos tubarões morre quando se enrosca, porque precisa se movimentar para respirar.
Apenas na cidade de Durban, a maior da costa leste sul-africana, onde o comitê é sediado, há 17 redes de 305 metros de comprimento esticadas no mar, presas a flutuadores e âncoras, em locais estratégicos para deter a aproximação dos tubarões das praias.
As redes não vedam totalmente o acesso à praia, mas alteram a circulação dos animais de modo a reduzir drasticamente os ataques.
Na sede do comitê, num subúrbio de Durban, há uma exposição sobre os tubarões da região e sessões de dissecação em sete horários na semana. As apresentações são visitadas por turistas, crianças e adultos. Nelas são mostrados os órgãos internos dos tubarões, como o fígado e o estômago, além da elasticidade que esses peixes têm por não terem ossos, mas apenas cartilagens.
Os espécimes dissecados vêm das redes ancoradas no mar. Elas são diariamente verificadas por equipes em lanchas motorizadas.
Prancha que se acredita ter sido mordida por um tubarão-de-cabeça-chata exposta no comitê. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Natureza)Prancha que se acredita ter sido mordida por um tubarão-de-cabeça-chata exposta no comitê. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Natureza)

Após denúncia Boxer é salva com vida de Dono agressor - SC


Denúncia leva polícia a identificar agressor de cadela em Santa Catarina

Cão da raça Boxer sofria agressões físicas e era estrangulada por coleira.
Segundo Polícia Civil, proprietário também jogava 'bombinhas' na cadela.


Do G1, em São Paulo



A Polícia Civil de Santa Catarina intimou um homem a comparecer na delegacia de Rio Negrinho após denúncias de que o proprietário de uma cadela da raça Boxer estava agredindo o animal. Ele vai responder pelo crime de maus-tratos, cuja pena de detenção pode variar de três meses a um ano, além da multa.

A denúncia chegou à polícia contendo uma fotografia, na qual era possível ver a cadela sendo estrangulada pela coleira por uma pessoa de sexo masculino.


As denúncias também relatavam que os maus-tratos eram frequentes.



O animal, de 1 anos de 3 meses, pertence à mulher do suspeito e era agredida sempre por ele quando ela não estava em casa. Além de agressões físicas, o marido também costumava jogar “bombinhas” em direção à cadela, para que ela tivesse medo.

cadela (Foto: Polícia Civil SC/divulgação)Imagem da polícia mostra cadela acuada durante agressão em Santa Catarina (Foto: Polícia Civil SC/divulgação)
A Polícia Civil investigou o caso e começou a filmar as agressões à distância e flagrou, em imagens, a cadela, acuada, escondendo-se em uma casinha, com medo, após ele agredi-la com chutes, grites e puxá-la agressivamente pela coleira.


O marido foi intimado a comparecer na delegacia e, segundo a Polícia Civil, confessou as agressões.




Nota: 


O desejo de agredir animais tem se tornado frequente e demonstração claramente visível. É preciso entender que mesmo que não dê em nada não se pode fechar os olhos para uma agressão frequente, pois resultará em morte e aí sim, não existirá Justiça que pague por uma vida. 
Fotografe, filme, denuncie. Pode existir um animal precisando da sua ajuda!




ASSISTA O VÍDEO DO CASO DE AGRESSÃO ACIMA:



Presenciou Maus Tratos? Denuncie! saiba como: 
Saiba o que são Maus Tratos a Animais e como Denunciar: Baseado na Lei Federal 9605/98 Art.32 - Informe-se aqui:http://boanimal.blogspot.com/p/saiba-como-denunciar-maus-tratos-e.html

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Caso Yorkshire - Internautas contactam Ministério Público

Em uma última tentativa de se fazer acontecer Justiça neste País, internautas pedem a colaboração de todos, assim como no dia em que foi divulgado o violento vídeo na internet, de tortura e morte do cão da raça yorkshire, Lana, como era chamada, para que se chegasse à mídia.

Segue abaixo:

"Ministério Público é a nossa última chance!
ATENÇÃO, PESSOAL!!! O inquérito deve ser finalizado em 10 dias. Depois 
disso, será remetido ao Ministério Público. É com o MINISTÉRIO PÚBLICO 
que temos que conversar agora!!!! Vamos telefonar, mandar e-mail para 
que o MP:
1 - Apresente denúncia
2 - Não proponha substituição de pena por cesta básica e prestação de serviços à comunidade, e sim DETENÇÃO
3 - Peça a pena máxima (3 anos e meio)
4 - Represente pela perda da guarda da criança perante o Juizado da Infância e Juventude
5 - Represente pela cassação da licença de enfermeira perante o COREN

O MP é nossa última chance!!!! http://www.mp.go.gov.br/http://www.mp.go.gov.br/

mandem a seguinte mensagem ao Ministerio Publico de 
Goias (VAMOS INUNDA-LOS COM EMAILS!!! Enderenco: gabinete@mp.go.gov.br)


Eu, ____NOME_____, manifesto meu repudio e indignação diante dos fatos 
divulgados pelos meios de comunicação e internet sobre crime contra um 
animal ocorrido na cidade de Formosa (GO). Um vídeo comprova o delito ao
mostrar cenas de maus-tratos a um cachorro da raça Yorkshire, que teria morrido em função das graves agressões de que foi vítima.


Além dos atos cruéis e brutais contra um animal indefeso, as imagens 
mostram uma mulher agredindo o cão na frente de uma criança, um 
agravante passível de enquadramento com base no Estatuto da Criança e do
Adolescente (ECA).

No exercício genuíno da cidadania e no 
âmbito da lei 9605/98 – Lei de Crimes Ambientais conclamo este 
Ministério Público a fazer cumprir a lei de forma exemplar e que a 
culpada venha a responder por esse ato infame.

Atenciosamente,
_____NOME______
VEJA O MEU IMAIL..

"


Caso Yorkshire - LUTO - Mais uma IMPUNIDADE

G1

Enfermeira que espancou cão 

em GO não será presa



O delegado Carlos Firmino Dantas, de Formosa (GO), disse hoje que a enfermeira Camila Corrêa Alves de Moura Araújo dos Santos, de 22 anos, será julgada por maus-tratos e exposição da filha a constrangimento no caso de espancamento e morte da cadela Lana, da raça yorkshire.
A pena prevista para os dois crimes deve resultar em 1,5 ano de detenção, garantiu o policial. O inquérito será encerrado em 10 dias e enviado à Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), em Formosa, na primeira semana de 2012.
"A enfermeira não será recolhida ao cárcere, não terá restrição de liberdade, mas deixará de ser ré primária", avaliou o policial. "Isso significa que ela ficará limitada ao pagamento de cestas básicas ou prestação de serviços à comunidade", disse o delegado Carlos Firmino Dantas.
A previsão de pena branda, explicou ele, deve-se a três razões básicas. A enfermeira colaborou com as investigações, todos os seus vizinhos a apontaram como uma pessoa "boa" e "tranquila". E, após entrevista dada por ela na porta da delegacia, ocorreram manifestações públicas favoráveis a ela. "Nem a vizinha (Vera Lúcia Maria da Silva) que a denunciou disse o contrário em depoimento na delegacia", frisou o delegado.
Pressão
A questão central após o caso, acredita Carlos Firmino, será uma mudança na lei. Assim, maus tratos a animais deixaria de ser "contravenção penal", punível por meio de prisão simples ou multa, e passaria a ser crime em que o infrator está sujeito à reclusão ou detenção.
O espancamento do yorkshire atraiu atenção mundial. Somente no 1o. DP de Formosa foram recebidas cerca de 1.000 mensagens de países como Canadá, Itália, Alemanha e Estados Unidos. As imagens do espancamento já tiveram mais de um milhão de acessos.
Gilson Afonso Saad, advogado da enfermeira, acredita em reversão no caso enquanto delimita a responsabilidades. "Ela vai responder na Justiça pela violência", diz. "Mas, vai responder na medida de sua culpabilidade; não fugirá às responsabilidades", afirmou.
A Policia Civil garantiu, hoje, que não pedirá autópsia do cão, mas ouvirá, nesta quinta-feira, o médico e marido da enfermeira. Também decidiu juntar ao processo um segundo vídeo, entregue à Policia. Gravado por Vera Lúcia Silva mostra a agonia e morte da cadelinha.
Nas imagens, a cadelinha desacordada foi deixada na área comum do prédio. Mais tarde, foi recolhida pelo marido de Camila. Três policiais militares e um Bombeiro, presentes no local, relataram em depoimento hoje ser impossível salvar a yorkshire.
Nota:
"A enfermeira colaborou com as investigações" - Então eu posso matar à vontade, desde que eu colabore com a Justiça?
"todos os seus vizinhos a apontaram como uma pessoa "boa" e "tranquila" - E se o assassino de Realengo estivesse vivo? Os vizinhos disseram que ele era uma pessoa extremamente tranquila!
"após entrevista dada por ela na porta da delegacia, ocorreram manifestações públicas favoráveis a ela" - Ora, pagando bem, que mal tem? Até de graça, pessoas do nível dela seriam favoráveis! E as manifestações públicas e pela internet contra ela, milhares de pessoas de bem que pagam seus impostos e só clamam por Justiça? Crianças, Jovens, Adultos e Idosos que choraram de verdade e se manifestaram contra uma Assassina de Animais e na frente da própria filha de 2 anos de idade! Que tipo de consideração é essa?
"Nem a vizinha (Vera Lúcia Maria da Silva) que a denunciou disse o contrário em depoimento na delegacia", frisou o delegado - Sr. Delegado, se a Vizinha que denunciou o caso já corre risco de ser processada graças a esta Lei absurdamente falha, já tenha se exposto e acabou sofrendo as consequências por sua coragem e sede por Justiça, o que mais pode se esperar? O que mais podemos esperar caros leitores revoltados com esta situação?
"após o caso, acredita Carlos Firmino, será uma mudança na lei"É bem provável que não estejamos aqui se isso vier a acontecer um dia, depois de tantos casos cada vez mais cruéis e envolvendo até crianças, o que esperar de mudanças na Lei se depende de políticos corruptos? Eles não vão ousar "ferrar" a se mesmos, seria cortar a própria garganta dentro de uma piscina de dinheiro!
A JUSTIÇA deste País não existe,  sabemos, mas mudanças radicais não começarão com Camila Correa, esta está livre também de seus erros, absorvida como quem apronta hoje e vai se confessar ao padre amanhã, para no dia seguinte cometer mais erros, simples! 
Cidadãos comuns, que se comoveram com o triste fim do pequeno e indefeso yorkshire, protetores de animais que em sua maioria salvam a vida de inúmeros animais abandonados ou que sofrem o que o cãozinho sofreu, e por este ato maravilhoso não recebem uma ajuda sequer de seu município, voltam novamente a chorar e lamentar por mais uma IMPUNIDADE!
Camila Correa, assassina, terá um Natal feliz ao lado do marido e dos filhos, poderá adotar cães livremente, enquanto as pessoas de bem, que nunca cometeram um só crime que não fosse o desejo por JUSTIÇA, terão um Natal de IMPUNIDADE, embora com a família e os filhos, a sensação de que ser bom é sofrer, assim como sofreu a Yorkshire, o Titã, a Jade,o Lobo...
Só nos resta sonhar ou nos tornar assassinos e ser preso com Pena pequena só se matar uma pessoa, já que animais dá CESTA BÁSICA!
Finalizando a indignação com este comentário de Luiz Carlos Prates




MATÉRIA PASSADA:


Enfermeira não terá registro caçado - caso Yorkshire




Caso yorkshire: Enfermeira Camila dá entrevista de costas



Caso Camila: Imagens Inéditas no Domingo Espetacular




Caso enfermeira Camila: Policial dá entrevista revoltante - "Então como não foi feito flagrante delito"


Camila recebe escolta policial - Enfermeira assassina



Enfermeira assassina Camila Corrêa usa depressão como defesa



Agora é Oficial: Mulher espanca e mata seu Yorkshire



quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Enfermeira não terá registro caçado - caso Yorkshire


G1

O Conselho Regional de Enfermagem de Goiás (Coren-GO) lamentou a ação da enfermeira que aparece nas imagens divulgadas na internet agredindo um cachorro da raça yorkshire em Formosa, cidade goiana no Entorno do Distrito Federal. Em nota divulgada nesta terça-feira (20), o Coren informou que não cassará o registro da mulher.

"Ela não estava no exercício da profissão. Não tenho bases legais nem para processo ético, nem disciplinar. O conselho não pode agir ilegalmente no calor das emoções", explicou a presidente do Coren, Maria Salete Silva Pontieri do Nascimento, em entrevista aoG1. Salete acrescentou que está acompanhando de perto a apuração do caso, mas, até hoje, não há nenhuma reclamação contra a enfermeira nos lugares onde ela trabalhou.

Agressão
Imagens divulgadas na internet na última semana mostram a enfermeira de 22 anos agredindo um cachorro na frente da filha. As cenas geraram revolta. A mulher foi ouvida nesta terça-feira (20) e afirmou à polícia estar arrependida pelo que fez. O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou multa de R$ 3 mil à enfermeira. A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) também investiga se a criança que aparece no vídeo foi vítima de alguma agressão.


Nota: 

Já era de se imaginar o ocorrido, embora Manifestações com Abaixo Assinados solicitando que o Registro de Camila Correa fosse caçado, não ocorreria devido ao crime não acontecer no exercício da profissão.


Ela alega estar passando por transtornos depressivos e pelo que parece está em estado grave, pois foi capaz de torturar e matar um animal completamente indefeso, embora este tipo de atitude não tenha relação com depressão e sim com Psicopatia!

Como uma enfermeira sofre este tipo de mal e ela mesma não pede afastamento profissional? 
Como uma enfermeira, esposa de um médico não recebe apoio para um tratamento imediatamente?

Multa de R$3.000,00 resolve? Corrige? Não importa o valor... Que vergonha!
É cadeia o Lar de assassinos! Estão esperando que ela seja esquecida para ser inocentada?

Queremos Justiça todos os dias, todas as horas. Seja nas visitas em bancos, na volta para casa depois de um dia difícil de trabalho, depois de um assalto, de um estupro, de um assassinato... É valorizando as menores formas puras de vida que as Leis se tornarão cada vez mais Severas a quem merecer!

Tutor chora em vídeo - Em busca do cão Max - SP

Enquanto alguns envergonham a racionalidade humana, como Sr.Messias que arrastou seu cão, o Lobo que veio a óbito, o acusado de enterrar vivo o cão Titã que se supera a cada dia e a enfermeira Camila Correa que torturou até a morte seu yorkshire na frente de uma criança, outras pessoas tem chamado a atenção com exemplos completamente humanos. Dessa vez, trata-se de um vídeo divulgado no Youtube no dia 20/12/11, uma semana após o dono do cão chamado Max perdê-lo em Interlagos - SP.

Assista o vídeo sobre o caso
Descrição:
"Apelo para recuperar o meu filho - Max. Perdido dia 12/12/2011

Se você o viu, ou tem informações a respeito dele, por favor me informe. Ele faz parte da família, é um membro da minha família como qualquer outro, não é como se fosse um brinquedo que você simplesmente substitui. Nada, nenhum outro cachorro o substitui.

Assim sendo, por favor, se alguém estiver com ele, entre em contato, estamos sofrendo com sua ausência, assim como ele também está.

Meus contatos:
Andreas
(11) 7154-8057 (cel TIM);
(11) 5188-3509 (tel comercial);
(11) 3297-4566 (tel residencial)"

Agude a divulgar o vídeo para que Max possa ser encontrado antes do Natal, será o melhor presente!

Cadela Princesa do Hospital ganha Lar - ES


GazetaOnline


Cadela que esperava pelo dono em frente ao Hospital São Lucas é adotada

O animal ficará junto a outros dez cães, a maioria vira-latas, assim como "Princesa"


A cadela que passou uma semana em frente ao Hospital São Lucas, em Vitória, à espera do dono, que foi atropelado e morreu, ganhou um novo lar. "Princesa", como foi apelidada por funcionários do hospital, está em uma casa em Vila Velha. A mulher que a adotou prefere ficar no anonimato. A adoção ocorreu na tarde desta segunda-feira (20).
Cadela espera pelo dono, que foi atropelado e morreu, em frente ao Hospital São Lucas
Cadela recebeu água e comida de funcionários do hospital durante o tempo que passou em frente à unidade à espera do dono
De acordo com o vendedor ambulante Jackson Oliveira, que trabalha em frente ao São Lucas, a mulher pediu para que o motorista dela passasse no local e levasse a cadela. O animal ficará junto a outros dez cães, a maioria vira-latas, assim como Princesa.


"Ela não estava abandonada, uma vez que era cuidada, mas aqui não era o melhor lugar para ela", afirmou Oliveira, que disse estar contente pelo fato da cadela ter encontrado uma nova família. Um funcionário do hospital contou que, antes de ser levada para a nova casa, a cadela foi atendida em uma clínica veterinária e passa bem.

Leia matéria passada:

Dono morre e Cadela é reconhecida por Fidelidade - ES


Fauna e Flora ameaçadas por Muro




Fotógrafa revela fauna e flora ameaçadas 


por muro entre EUA e México


Para ambientalistas, barreira impede espécies de chegar a fontes d'água e seguir rotas migratórias naturais.

Da BBCG1

A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e o México sobre a fauna e a flora da região.
De acordo com a entidade ambientalista Sky Island Alliance, as montanhas e desertos que ficam na divisa entre os Estados do Arizona e do Novo México abrigam grande diversidade de animais e vegetação, e a criação do muro teria criado um desequilíbrio ecológico na região.
A criação de barreiras nesta área, segundo a organização, afeta a reprodução das espécies, interfere na população de presas, impede o acesso a fontes d'água e modifica as rotas migratórias naturais da fauna local.
Em seu livro Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall ('Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira', em tradução livre do inglês), Krista Schlyer denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA.
Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra.
Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global.
O muro que separa os EUA do México se estende por cerca de 3.100 km, passando por áreas urbanas, litorâneas e desertos. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais.
A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e México à fauna e à flora da região. (Foto: Krista Schlyer)A fotógrafa americana Krista Schlyer capta com sua câmera os efeitos causados pelo muro criado na fronteira entre os Estados Unidos e México à fauna e à flora da região. (Foto: Krista Schlyer)
Grupos de defesa do meio ambiente afirmam que o muro afeta muitas espécies, que ficam impedidas de chegar às suas fontes d'água e às suas rotas migratórias naturais. (Foto: Krista Schlyer)Grupos de defesa do meio ambiente afirmam que o muro afeta muitas espécies, que ficam impedidas de chegar às suas fontes d'água e às suas rotas migratórias naturais. (Foto: Krista Schlyer)
Os ambientalistas afirmam que a barreira atravessa zonas ecologicamente frágeis, incluindo áreas desérticas do oeste americano. (Foto: Krista Schlyer)Os ambientalistas afirmam que a barreira atravessa zonas ecologicamente frágeis, incluindo áreas desérticas do oeste americano. (Foto: Krista Schlyer)
Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global. (Foto: Krista Schlyer)Segundo especialistas, os efeitos da construção do muro sobre os animais e as plantas foram intensificados devido ao aquecimento global. (Foto: Krista Schlyer)
Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais. (Foto: Krista Schlyer)Em 2006, ambientalistas conseguiram na Justiça a interrupção da construção do muro na Área de Conservação de San Pedro Riparian, no Arizona. No entanto, o governo dos EUA recorreu à lei de segurança nacional para retomar a obra. Defensores do muro afirmam que ele é necessário para evitar a entrada de imigrantes ilegais. (Foto: Krista Schlyer)
Em seu livro 'Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall' ("Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira", em tradução livre do inglês), Krista denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA. (Foto: Krista Schlyer)Em seu livro 'Continental Divide: Wildlife, People and the Border Wall' ("Divisa Continental: Vida Selvagem, Povo e o Muro da Fronteira", em tradução livre do inglês), Krista denuncia os efeitos ambientais e sociais da barreira criada pelos EUA. (Foto: Krista Schlyer)